Menu
Pesquisar

Buscar

Facebook
Twitter
Instagram
Youtube
TikTok

VALOR MILIONÁRIO

Produtora de The Morning Show processa seguradora por danos na pandemia

Divulgação/Apple TV+

Steve Carell e Jennifer Aniston com microfones em cena da 1ª temporada The Morning Show

Steve Carell e Jennifer Aniston em The Morning Show; produtora da série cobra milhões nos bastidores

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 26/7/2021 - 14h47

A paralisação dos trabalhos de The Morning Show por conta da pandemia de Covid-19 foi parar nos tribunais. A Always Smiling Productions, produtora responsável pela série hit do Apple TV+, abriu um processo contra a seguradora Chubb e está cobrando US$ 44 milhões (R$ 227 milhões) pelos problemas que alega ter tido neste período.

No processo, a produtora disse que a Chubb usou "restrições arbitrárias" e interpretou a política de ressarcimento para não cumprir com suas obrigações. Em sua defesa, a seguradora afirmou que não tinha a obrigação de pagar pelas perdas na pandemia porque não ocorreram danos ou perdas físicas.

A produtora justificou a cobrança apontando que é de conhecimento da seguradora o risco substancial de perdas por conta de vírus e pandemias e que, desde 2006, a indústria tem disponível um dispositivo padrão em contratos de apólices de seguro que pode ser ativado em caso de riscos relacionados à crises sanitárias como ao do novo coronavírus.

"Ainda assim, ao vender a apólice para Always Smiling, a Chubb não incluiu tal dispositivo. Na verdade, a Chubb nada fez ao vender a apólice para Always Smiling para limitar sua responsabilidade por vírus ou riscos associados à pandemia", escreveram os representantes da produtora no processo.

A Always Smiling também informou no processo que a seguradora a forçou a comprar o seguro adicional adaptado para a pandemia em termos menos favoráveis, ​​porque a Chubb se recusou a estender a apólice para além de sua data de vencimento, mesmo isso sendo uma prática normal na indústria.

De acordo com o processo, The Morning Show tinha US$ 125 milhões (R$646 milhõe) de cobertura para o elenco e US$ 1 milhão (R$ 5,1 milhões) para cada perigo iminente de autoridade civil ou militar. As gravações do segundo ano foram paralisadas em 12 de maio de 2020 e, muitas semanas depois, a seguradora enviou um e-mail alegando que a pausa nos trabalhos se encaixaria na segunda opção.

A produtora apontou que a Chubb não viu necessidade de ativar a cobertura de elenco porque "não houve casos relatados de morte, lesão, doença, sequestro ou ou ameaça de força física". O texto do processo ainda diz que a seguradora não considerou os custos com protocolos de segurança contra Covid-19, como equipamentos de proteção individual, como uma perda coberta pelo contrato.

O processo aberto pela produtora segue em análise na corte de Los Angeles, nos Estados Unidos. As gravações de The Morning Show foram retomadas meses depois, e os novos episódios têm estreia confirmada para 17 de setembro. Assista ao trailer:


Leia também

Web Stories

+
A Fazenda 13: Surto na baia e barraco com ofensas marcam primeira semana do realityQuem é Alanis Guillen? Conheça a Juma Marruá do remake de PantanalHarmonização facial e lente nos dentes: Veja antes e depois dos peões de A Fazenda 13Ex de Anitta e rei da pegação: Gui Araujo é o primeiro fazendeiro de A Fazenda 13Elenco, estreia e bastidores: Saiba tudo sobre o reboot de Um Maluco no Pedaço

Comentários

Política de comentários

Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.

Mais lidas

Enquete

Além de Pantanal, qual novela antiga merecia um remake?