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HBO MAX

Nova temporada de Operação Fronteira Brasil enfrenta desafios inéditos no Rio

DIVULGAÇÃO/HBO MAX

Frame da série Operação Fronteira Brasil, onde aparece um carro da PRF e um caminhão com cargas apreendidas

Operação Fronteira Brasil: série da PRF volta à HBO Max para uma quinta temporada desafiadora

A nova temporada de Operação Fronteira Brasil vai levar o público para cenários ainda mais complexos e perigosos. A partir do dia 4 de fevereiro, a série retorna à HBO Max e ao Discovery mostrando não apenas as tradicionais regiões de fronteira, mas também bases operacionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) espalhadas pelo país, com destaque especial para o Rio de Janeiro, onde as gravações exigiram mudanças por questões de segurança.

Segundo os produtores, a decisão de expandir o foco da atração faz parte de uma política da própria PRF de mostrar que o combate ao crime organizado não se limita às fronteiras do Brasil.

"A razão é mostrar pro espectador que o combate ao crime na fronteira vai muito mais longe do que a fronteira em si", explicou Rodrigo Astiz, diretor da produção pela Mixer, em entrevista ao Notícias da TV.

Ele destacou que a atuação da PRF funciona em camadas, acompanhando as cargas ilícitas até os destinos finais. "O serviço de inteligência vai monitorando as cargas até as regiões, até os destinos finais, que são as capitais e os portos. Essa é a razão pela qual a gente expandiu", afirmou.

O Rio de Janeiro, porém, trouxe desafios inéditos para a equipe de gravação. De acordo com Astiz, foi o primeiro local em que a própria PRF orientou que os produtores e câmeras não entrassem nas viaturas durante as operações. Dentro dos veículos, foram utilizadas apenas câmeras Go Pro da própria polícia. "A chance de confronto é muito grande", contou.

Em outras regiões do país, a equipe costuma acompanhar os policiais dentro dos veículos, mas no Rio isso não foi possível. “A gente só contou com as Go Pros no primeiro momento da abordagem e, quando eles davam o sinal, movimentávamos a equipe até o local da ocorrência", explicou.

A produção permaneceu duas semanas na capital fluminense para testar o formato e entender a dinâmica local. "Operacionalmente, para nós é mais difícil por conta desse risco. Percebemos os PRFs muito mais cuidadosos", relatou Astiz, ao comentar que, mesmo sem as cenas mais explosivas imaginadas inicialmente, o período rendeu boas histórias para a série.

Além das novas localidades, a temporada também aposta na constante renovação dos casos mostrados. Para os criadores, o crime organizado está sempre mudando suas estratégias, o que mantém a narrativa viva. "O crime se reinventa. O jeito de levar se reinventa, e as reações das pessoas são sempre diferentes", destacou.

Patricio Diaz, gerente sênior de produção de conteúdos de não-ficção da Warner Bros. Discovery, reforçou que a série também cumpre uma função social ao aproximar o público da realidade enfrentada pelos agentes. "Além de entreter, ela expõe um debate muito atual sobre segurança pública, essa dinâmica de gato e rato entre polícia e crime", afirmou.

Os produtores ainda ressaltaram que a atração mostra o impacto real das apreensões feitas pela PRF. "A gente sempre traz a informação final sobre o prejuízo causado ao crime. É dinheiro que sai de circulação e impede que o crime organizado vá fazer outras coisas", explicou.

Com novos cenários, riscos maiores e uma abordagem mais ampla do combate ao crime no Brasil, Operação Fronteiras Brasil promete uma de suas temporadas mais intensas até agora, reforçando o trabalho da PRF para além das regiões de fronteira e aproximando o público dos bastidores dessa realidade.

Os três primeiros novos episódios estreiam na próxima quarta (4), a partir de 20h30, no Discovery e na HBO Max.


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