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TERCEIRA TEMPORADA

DNA do Crime rompe clichês do gênero com mulheres em cena, diz Letícia Tomazella

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

A atriz Letícia Tomazella caracterizada como delegada Vendramin em DNA do Crime

Letícia Tomazella na pele da delegada Vendramin em DNA do Crime, na Netflix.

GIOVANNA RIBEIRO

giovanna@noticiasdatv.com

Publicado em 12/7/2025 - 11h00

Intérprete da delegada Vendramin em DNA do Crime, da Netflix, a atriz Letícia Tomazella celebra a chance de revisitar e aprofundar ainda mais a sua personagem após o anúncio de renovação da atração para uma terceira leva de episódios. Sobretudo, por ser uma produção que, para ela, se destaca entre as demais séries de ação ao colocar mulheres fortes no centro.

Se antes a delegada aparecia de maneira pontual, restrita à parceria com o personagem Benício (Romulo Braga), na segunda temporada ela assumiu a chefia, ganhando também mais camadas e relevância. Para tanto, Letícia passou por aulas de tiro, além de ter conversado com delegadas da vida real, para entender melhor a rotina e os desafios das mulheres que atuam na segurança pública.

"É um ganho quando a gente faz emergir personagens femininas ocupando posições de liderança. Reflete um avanço que a gente está lutando para ter na sociedade, vai fazendo as pessoas também se acostumarem com figuras femininas nesses lugares", diz a atriz em entrevista ao Notícias da TV.

Letícia Tomazella destaca que boa parte das sequências de ação da segunda temporada foram lideradas por mulheres. E ressalta cenas em que "não existe intervenção masculina". "Se você parar para observar, de modo geral, o cinema de ação é um gênero muito masculino. Eu acho um avanço", valoriza. 

DNA do Crime foi originalmente inspirada por um roubo real. A história se passa na Tríplice Fronteira, região onde Argentina, Brasil e Paraguai se encontram. A ação da segunda temporada se desenvolve depois de uma fuga da prisão e acompanha mais uma sequência de assaltos ousados e perseguições policiais.

A Netflix anunciou a renovação da série policial brasileira para uma terceira leva de episódios apenas um mês depois do lançamento da segunda temporada. A fidelidade do público nacional --e internacional-- da série explica a rápida confirmação.

O segundo ano, disponibilizado no início de junho, teve um desempenho notável, chegando ao Top 10 nacional da plataforma e de vários outros territórios, incluindo Argentina, Portugal e Nigéria. O desempenho repete o hype deixado pela primeira temporada. Em 2023, DNA do Crime "dominou" 71 países da Europa, da África, da Ásia e de todo o continente americano.

Para Letícia, a terceira temporada deve aprofundar ainda mais as características que fizeram a série chamar a atenção do público do streaming. "A segunda foi muito dinâmica e mais eletrizante até do que a primeira, acredito. Então, acho que a série vai repetir esse feito ou talvez até intensificar esse drama. E eu espero que a minha personagem possa seguir tendo essa força de comando", torce.

No elenco, também estão nomes como Maeve Jinkings, Pedro Caetano e Thomás Aquino. A série foi criada por Heitor Dhalia, Bernardo Barcellos e Leo Levis, com roteiro de Bernardo Barcellos e Bruno Passeri. Produzida pela Paranoïd, DNA do Crime é a primeira série nacional policial da Netflix. Os novos episódios ainda não têm data para chegar ao streaming.


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