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DE VOLTA E IRRESISTÍVEL
DIVULGAÇÃO/HBO MAX

Tita (Azul Guaita) em Como Água Para Chocolate: série volta para final picante e açucarado
A segunda e última temporada de Como Água Para Chocolate chega neste domingo (15) à HBO Max provando que todo grande banquete pede, sim, uma sobremesa à altura do gran finale. Depois de chorar a ponto de temperar pratos com o sal das próprias lágrimas, Tita (Azul Guaita) enfim se vê diante da chance de descobrir que --mesmo após as receitas mais amargas-- a vida ainda pode reservar sabores mais doces ou até picantes.
Os novos episódios, que vão ser lançados semanalmente pelo serviço de streaming, mantêm a mesma estrutura do livro da mexicana Laura Esquivel. Cada um deles leva o nome da receita que enche não só os olhos do telespectador, mas também do próprio elenco.
"Desde que comecei a conhecer e decifrar a Tita, vejo que é uma pessoa que tem muito amor. Acho que, mesmo depois que este projeto acabar, quero levá-la comigo", falou Azul durante a coletiva de imprensa da qual o Notícias da TV participou na semana passada. "Espero que a segunda temporada possa passar toda essa emoção que sentimos. Que seja como tomar um café quente como um abraço de mãe."
Café como abraço de mãe que, para a protagonista, tem um sabor bem mais amargo. Mesmo na série, que foi bem além do que se vê nos livros, Mamá Elena (Irene Azuela) segue implacável --como principal empecilho para a filha mais nova finalmente viver o amor ao lado de Pedro (Andrés Baida).
"Acho que a palavra que melhor define todos esses personagens é que estão todos mais maduros [como uma fruta]", explicou Irene, que aproveitou ainda para exaltar o trabalho da atriz Salma Hayek como produtora da trama. "Ela foi uma companheira importante, desde as primeiras provas de figurino. Sempre foi muito generosa e entusiasmada", apontou.
Uma das maiores dúvidas até aqui, aliás, é se a série vai seguir o final do livro com os palitos de fósforo que marcaram tanto a literatura latino-americana quanto o rabo de porco de Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, que curiosamente também foi recentemente adaptado para a televisão.
"Acho que, na verdade, a gente não quer que essa história acabe", brincou o ator Andrés Baida. "Todos nós sentimos essa força, essa gratidão por fazer parte de uma série que nos faz redescobrir o México. Conseguimos fazer algo muito bonito", finalizou o diretor Julián de Tavira.
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