A IRA DO HERDEIRO

Anderson Di Rizzi raspa a cabeça por papel em série bíblica: 'Gosto de me entregar'

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Anderson Di Rizzi sorri e está careca

Anderson Di Rizzi em foto do Instagram: ator ficou careca por trabalho em A Ira do Herdeiro

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 3/8/2026 - 9h13

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Anderson Di Rizzi se prepara para a estreia em produções bíblicas em A Ira do Herdeiro, uma das próximas séries produzida pela parceria entre Record e Seriella. Para viver o eunuco Assur-Nãsir, o ator precisou raspar a cabeça. "Eu gosto de ficar careca, de me entregar para os personagens", afirmou ele.

O ator contou que foi muito bem recebido pelo elenco nas gravações. "Encontrei bastante gente com quem eu já tinha trabalhado. Estou à vontade. O convite veio do Manga [o diretor Carlos Manga Jr.]. Está sendo um projeto incrível, realmente bonito, tem um padrão internacional de qualidade", valorizou em entrevista à coluna Play, do jornal O Globo.

O papel do artista na produção é como eunuco-chefe. "Um braço direito do rei. Praticamente todos do palácio passaram pelos treinamentos dele. Além de ser um mentor de todos, ele é extremamente inteligente, enigmático, astuto, atento. Ele protege, é como se fosse um segurança do rei. Ele luta muito bem, consegue ter uma leitura das pessoas, qual é a intenção delas, o que elas estão sentindo", adiantou.

"É um personagem bem diferente das coisas que eu já fiz, está sendo um desafio gostoso. Eu sou um artista que gosta de ser desafiado. Raspei a cabeça, estou careca desde abril. Eu gosto de ficar careca, de me entregar para os personagens", completou.

A Ira do Herdeiro terá 20 episódios. A série é inspirada na história bíblica de Manassés (Nicolas Vargas), herdeiro do trono de Judá. Ele retorna a Israel anos após a morte do pai, o rei Ezequias (Rafa Sieg).

Visto recentemente como Zé dos Porcos em Êta Mundo Melhor!, Di Rizzi também está no ar na reprise de Amor à Vida, no canal Globoplay Novelas.

"Falei com a Tata [Werneck] esses dias. Tenho muitas boas lembranças dela, da Elizabeth Savala, do Fúlvio Stefanini, da Eliane Giardini, de todo nosso núcleo. Acabei ficando amigo do Malvino Salvador, que fazia meu irmão. Nos falamos esses dias também. Foi uma novela muito boa para mim. Logo depois dela, fui contratado pela Globo e vieram vários trabalhos", recordou.

A repercussão do romance entre Carlito e Valdirene (Tata) surpreendeu o ator na época. "Era algo que eu não conseguia andar nas ruas. As pessoas me reconheciam dentro do carro, uma loucura. Meus pais estão assistindo à reprise, mas eu não. Estava lá na casa deles esses dias, comecei a ver e fiquei pensando que hoje em dia eu faria melhor, teria construído um personagem tão diferente. Quem sou eu para criticar o meu próprio trabalho? (risos) Mas fez sucesso. Agradeço a Deus", arrematou.


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