Menu
Pesquisar

Buscar

Facebook
Twitter
Instagram
Youtube
TikTok

APRENDIZADO EM A PONTE

Eliminada de reality, Danielle Winits vive trauma e luta contra machismo

REPRODUÇÃO/HBO MAX

Danielle Winits chora ao relembrar a morte do pai em A Ponte

A atriz Danielle Winits chora ao relembrar a morte do pai em A Ponte, reality show da HBO Max

IVES FERRO

ives@noticiasdatv.com

Publicado em 5/7/2022 - 6h30

Danielle Winits topou participar de A Ponte, reality show da HBO Max, para se livrar da imagem que o público tem dela apenas como atriz. Confinada no meio da mata com 11 desconhecidos, a artista reviveu o trauma da perda do pai quando tinha sete anos e sofreu com as incitações de machismo por parte do policial Diego Del Rio, com quem teve um atrito antes de deixar a atração.

Desde o início, ela se incomodava com o modo como os homens deixavam as mulheres apenas com trabalhos na cozinha do chalé em que estavam hospedados, além de insinuar que elas seriam fracas para ajudar na construção da ponte de 200 metros --o principal objetivo do reality.

"Acredito que afinidade é algo que acontece ou de forma muito natural, por identificação de personalidades, por objetivos em comum, por visões e histórias de vida, ou ela pode ser construída com empatia e acolhimento. Assim como uma ponte. E ninguém constrói uma ponte firme e sólida sozinho. O que não pode faltar a meu ver é a real empatia", conta ela ao Notícias da TV.

Danielle assume que sempre ouviu mais, principalmente pelo costume de ser dirigida em seus trabalhos. Desta vez, a famosa não temeu ao colocar para fora a indignação que estava sentindo. A mulher de André Gonçalves é eliminada no sétimo episódio, mas sai de cabeça erguida e entoa um coro de "machistas não passarão".

"Tenho exercitado bastante, de um tempo pra cá, em colocar mais pra fora toda minha voz. Não apenas nos musicais, no teatro, mas também em minhas experiências de vida. Se elas me lapidam, me sinto no dever de abastecer e encorajar, principalmente outras mulheres, com essa voz. Para continuarmos em marcha potente a favor de nossos direitos e principalmente de nosso direito à vida!", aponta.

Trauma da perda

Nos terceiro episódio, a loira se apresenta como uma pessoa "simples, aberta e transparente" sobre a vida. Ela se emocionou ao relembrar a perda do pai, Ronaldo de Azevedo, morto em um acidente de helicóptero.

"Ele era um piloto incrível. Por isso que eu não acredito no destino, acredito no caminho que a gente vai fazendo. Em momento algum pensei em desistir. Estava totalmente focada e entregue ao propósito do que ajudar a construir uma ponte significava pra mim", reflete.

Na imagem do trailer não ficou tão claro que naquele momento eu falava sobre o que a perda do meu pai, ainda na infância, havia significado pra mim. Me emocionei também várias vezes lembrando dos meus filhos e do quanto que eu gostaria que eles estivessem presenciando pessoalmente a mãe dando tudo de si na construção de uma ponte.

Leia também

Enquete

Qual o personagem mais chato de Pantanal?

Mais lidas


Comentários

Política de comentários

Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.