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NEM NO TOP 300

Com acordo de R$ 550 milhões, príncipe Harry e Meghan fracassam feio na Netflix

REPRODUÇÃO/NETFLIX

Príncipe Harry tem expressão preocupada enquanto olha para Meghan Markle, que está séria

O príncipe Harry e Meghan Markle na série documental Harry & Meghan (2022), da Netflix

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 18/7/2025 - 22h09

Em 2020, quando se afastaram dos compromissos com a Família Real britânica, o príncipe Harry e Meghan Markle assinaram um acordo de US$ 100 milhões (R$ 558 milhões, na cotação atual) com a Netflix para a produção de diversos projetos. O contrato de cinco anos está para vencer, e os últimos projetos do casal fracassaram tanto que a situação deles no streaming é preocupante.

De acordo com dados divulgados pela própria empresa nesta semana, a série documental Com Amor, Meghan, lançado no início de março, obteve apenas 5,3 milhões de visualizações no semestre. Com isso, ficou apenas na 383ª posição de séries mais vistas no período.

A produção perdeu até para temporadas da série Suits (2011-2019), que revelou Meghan para o estrelato. O drama jurídico, que sequer é uma produção original da Netflix, teve seus direitos adquiridos pela plataforma e tem conquistado uma nova geração de fãs desde que foi adicionado ao catálogo.

Apesar do desempenho muito aquém do esperado, uma segunda temporada de Com Amor, Meghan deve ser lançada em breve. É que, quando encomendou o projeto, a Netflix pediu logo duas levas de uma vez. Como os episódios já foram gravados, é apenas uma questão de colocá-los no ar.

Já o documentário Polo, produzido pelo príncipe Harry, se saiu ainda pior do que o projeto liderado por sua mulher. Com apenas 500 mil visualizações no semestre, ele ficou na 3.436ª colocação no ranking de séries mais prestigiadas pelos assinantes do streaming.

Até o momento, o projeto mais bem-sucedido do casal no streaming foi o documentário Harry & Meghan, lançado em 2022 e que se aprofundava na intimidade dos dois, com algumas revelações sobre a relação deles com outros membros da realeza --eles chegaram a acusar parentes do príncipe de terem sido racistas com a atriz e até questionado o tom de pele dos filhos.

Como a Netflix tem sido bem menos complacente com projetos que não alcançam o desempenho desejado, parece pouco provável que o acordo de Harry e Meghan com a plataforma seja renovado --e, se for, deve ser por um valor muito menor do que os US$ 100 milhões de cinco anos atrás.

Afinal, a plataforma cancelou séries como Assassinato na Casa Branca, a 23ª série mais assistida do semestre, com 33,3 milhões de visualizações completas, e também o drama médico Pulso, o 30º programa mais visto, com 26,2 milhões de views no período.


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