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NO CELULAR

Globo ressuscita Odete Roitman de Vale Tudo mais uma vez em novela vertical

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Mulher madura, de cabelos castanhos curtos, olha pela janela de um avião com expressão séria; veste sobretudo claro e está sentada junto à janela, com luz suave no rosto.

Odete Roitman (Debora Bloch) no final de Vale Tudo; vilã vai ganhar uma novela vertical

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 24/1/2026 - 13h20

A Globo vai tirar a Odete Roitman (Debora Bloch) do remake de Vale Tudo do caixão mais uma vez. Além de ressuscitar a vilã no final do folhetim de Manuela Dias, a emissora agora prepara um novela vertical --ou seja, para ser assistida no celular-- focada na relação da empresária com Maria de Fátima (Bella Campos).

De acordo com informações da colunista Anna Luiza Santiago, de O Globo, serão 65 capítulos total. Não haverá cenas inéditas, e a estreia está marcada para 10 de fevereiro.

Essa não é a primeira vez que a Globo produz uma novela vertical a partir de uma produção voltada para a TV aberta, já que lançou minitramas adaptadas de Verdades Secretas (2015), Terra e Paixão (2023), Vai na Fé (2023) e A Força do Querer (2017).

As novelas verticais deixaram oficialmente de ser uma mera curiosidade de rede social para se tornarem um dos eixos centrais do entretenimento em 2025. O formato, que nasceu como experimento entre criadores de conteúdo, hoje movimenta plataformas, marcas e grandes grupos de mídia. A explosão do consumo por celular e a consolidação do vídeo curto transformaram o modelo em uma nova frente da dramaturgia, moldada pela mesma lógica das redes sociais, das comunidades e da interatividade.

Segundo o especialista em creator economy Caio Dominguez, CEO da LOI, mais de 70% de todo o conteúdo consumido no Brasil já é vertical --um ambiente que abriu espaço para microdramas de um a cinco minutos, distribuídos em TikTok, Reels, Kwai e aplicativos próprios.

Para ele, o casamento entre consumo acelerado e dramaturgia compacta explica a virada de chave neste ano. "Mais do que uma fusão com os formatos tradicionais, o que está acontecendo é a criação de novas formas de você se comunicar com a comunidade, de você interagir com o público final, que é o que realmente interessa", destaca em entrevista ao Notícias da TV.

Dominguez afirma que o público brasileiro estava pronto para esse movimento. O país combina duas forças decisivas: dependência das redes sociais e tradição de décadas acompanhando novelas na TV aberta.


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