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REMAKE

Final de Dona Beja troca açoitamento por estupro e tem morte de Antônio

REPRODUÇÃO/HBO MAX

De costas na imagem, David Junior olha para Grazi Massafera em cena da novela Dona Beja

Antônio (David Junior) e Beja (Grazi Massafera) em Dona Beja: remake faz mudança no final

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 20/3/2026 - 8h50

O remake de Dona Beja vai apresentar algumas mudanças no desfecho da história. Diferentemente da primeira versão, na qual a protagonista vivida por Maitê Proença foi açoitada, a personagem de Grazi Massafera sofrerá um estupro a mando de Antônio (David Junior). Para se vingar, a cortesã causará a morte do ex-noivo na novela --assim como aconteceu na versão de 1986 exibida pela Manchete.

Os últimos capítulos do folhetim chegam ao catálogo da HBO Max na segunda (23). Após a violência sexual, Beja decidirá se vingar de Antônio e provocará a morte dele.

Da mesma forma que aconteceu na obra original, a protagonista se arrependerá de seus atos. Entretanto, o remake trará uma reflexão sobre o machismo e feminismo. As informações são da coluna Play.

Dona Beja é a segunda novela original brasileira produzida pela HBO Max. A trama é de autoria de Daniel Berlinsky e António Barreira.

Dona Beja existiu na vida real?

Vivida por Grazi Massafera no remake da HBO Max e por Maitê Proença em 1986, Dona Beja é inspirada numa mulher real. A história contada nas novelas foi baseada na trajetória de Ana Jacinta de São José (1800-1873), uma cortesã que alcançou uma posição social surpreendente no século 19.

Ana Jacinta nasceu em 1800 na cidade de Formiga, em Minas Gerais. Mudou-se para Araxá com a mãe e o avô aos cinco anos. Lá, conheceu um agricultor nas aulas de catequese --que inspirou o personagem Antonio.

Porém, assim como nos folhetins, um sequestro mudou drasticamente a vida de Ana. Em 1814, ela foi raptada pelo ouvidor Joaquim Inácio Silveira da Mota (1753-1813), que estava de passagem por Araxá. O avô dela ainda foi morto pelos capangas do homem.

Ela foi obrigava a viver como amante do ouvidor durante dois anos na vila de Paracatu. Depois de se livrar do sequestrador, ela decidiu voltar para Araxá, mas foi recebida com hostilidade pelos moradores. Ana Jacinta, então, montou um bordel, a Chácara do Jatobá.


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