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NOVO DESAFIO

Carol Castro vira vilã em novela vertical e se choca com formato: 'Velocidade dois'

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Carol Castro posando em fundo branco, com regata branca, e feição séria

Carol Castro em foto do Instagram; atriz estreia no formato vertical e se surpreende com rapidez

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 9/4/2026 - 8h57

Após diversos papéis de sucesso em novelas tradicionais, Carol Castro se prepara para estrear em um novo formato de dramaturgia. A atriz viverá Suzi, a grande vilã da novela vertical Quem é o Pai do meu Bebê, que chega ao Globoplay em 21 de abril. O projeto surpreendeu a atriz pelo ritmo acelerado e pelas exigências fora do padrão em cena.

A artista contou que precisou se adaptar rapidamente para a produção. Segundo ela, foram gravadas centenas de cenas em apenas dez dias, em um esquema de trabalho bastante diferente do modelo tradicional das novelas exibidas na TV aberta.

Carol explicou que o formato tem como principal característica a agilidade. "O modelo vertical é como ouvir uma conversa na velocidade dois. Se achamos novela dinâmica, o microdrama é ainda mais rápido. O mote é o gancho: você assiste à cena, quer muito saber o que vai acontecer e precisa aguardar a próxima", afirmou em entrevista à coluna Play, do jornal O Globo.

Além do ritmo acelerado, a atriz destacou limitações técnicas durante as gravações. "Você aprende a filmar com restrições de espaço por causa do formato vertical. Não pode abrir muito os braços, por exemplo, senão a ponta do dedo sai do quadro", relatou.

Ela definiu o trabalho como intenso e desafiador, ressaltando a necessidade de exatidão e atenção aos detalhes. "As cenas são pequenas, com ganchos fortes, e não temos tempo a perder: filmou uma, já parte para a próxima. É um exercício de precisão", contou a atriz.

O novo desafio profissional veio pouco tempo depois de a atriz enfrentar questões pessoais delicadas. Em junho do ano passado, ela recebeu o diagnóstico de fibromialgia após passar por crises de dor aguda e pelo luto da morte do pai.

Carol contou que o diagnóstico trouxe alívio ao permitir compreender melhor o próprio corpo. "Foi uma luz no fim do túnel. Consegui entender o que tinha e como me cuidar. O diagnóstico não trouxe depressão, foi libertador", declarou.

A atriz ainda destacou a relação entre o trabalho e o bem-estar. "Estar em cena me obriga a levantar da cama, a superar a dor e a me manter na ativa. Minha médica diz que o ofício me faz bem porque me força a esse movimento constante", explicou.

Ela também afirmou que tem usado as redes sociais para conscientizar outras pessoas, mas com limites: prefere preservar a intimidade, principalmente com relação à filha, e evita exposição excessiva.


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