ROD MELIM

Ex-Melim dá conselho valioso a candidatos do Estrelas da Casa: 'Pensar no coletivo'

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

homem de chapéu fala em cozinha

Rodrigo Melim participou de uma dinâmica com os participantes da 1ª edição do Estrela da Casa

EDUARDO REIS

eduardo@noticiasdatv.com

Publicado em 30/8/2026 - 15h00

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Repaginado, o Estrelas da Casa tem uma nova missão em 2026: montar bandas. Apesar de parecer uma simples mudança na dinâmica, o programa agora procura artistas com perfil diferente das duas temporadas anteriores. Não basta mais ter boa voz ou arrasar no palco, é necessário pensar no coletivo.

Quem faz a avaliação é o cantor e compositor Rodrigo Melim, que ficou nacionalmente conhecido como um dos integrantes da banda Melim ao lado dos irmãos Diogo e Gabi. Em carreira solo, o artista revela ao Notícias da TV como os participantes do Estrelas de Casa devem se portar em um grupo, e dá dica valiosa.

Antes de orientar os artistas que tentarão achar seus companheiros de banda na televisão, o cantor entende que a própria Globo tem papel fundamental em toda a dinâmica.

"As qualidades que a produção tem que buscar são a voz, a caneta [capacidade de compor uma canção], o carisma, a presença de palco, a musicalidade e a verdade", avalia Rod Melim.

Apesar da necessidade de encontrar os candidatos já completos e que saibam, ao menos, fazer um pouco de tudo, as estrelas da casa precisam abrir mão da vaidade.

"A partir do momento que se juntam, tem que pensar sempre em coletivo e saber explorar o melhor do individual de cada um para ajudar o todo", diz.

Apesar de já estar segmentado em gêneros, com o grupo pop e o pagode, Rod Melim vê uma complexidade maior do que simplesmente separar os nichos: deve haver um propósito nesta banda.

"É essencial para um artista saber o tipo de som que quer fazer, ter suas referências musicais. É sobre se juntar com pessoas que tenham o mesmo propósito, que curtam a mesma vibe e saibam dividir os espaços. No grupo tudo é feito 'a quatro mãos'. Tem o lado bom de um ajudar o outro e dividir as responsabilidades", afirma.

Especialista em realities, já que se projetou na indústria por meio dos Superstar (2014-2016), também da Globo, o cantor entende que o encaixe é a chave para as novas bandas. 

"Procuraria um grupo de pessoas que tenham algo em comum, que tenham uma história pra contar, um encaixe. O grupo tem que convencer, ter sinergia, talento musical e visual, porque quando o público assiste, sente esse tipo de coisa", analisa.

Com a plataforma da TV aberta, as bandas formadas no programa têm tudo para prosperar, segundo ele.

"Sempre tem espaço para algo bom! Desejo sucesso para todos os participantes, que eles, acima de tudo, se divirtam com essa oportunidade", diz. "Espero que nós tenhamos muitas boas surpresas com essa galera", complementa, otimista.

Mesmo que a banda não vire após o reality, a estrada está pavimentada para o sucesso, com a bagagem de todo o aprendizado. Em carreira solo desde que o Melim entrou em hiato, Rod Melim afirma que as demandas são diferentes para cada trabalho.

"'Sozinho' também é legal porque é possível fazer tudo exatamente do jeito que gosta. Essa escolha de montar um grupo ou seguir carreira solo é bem importante e tem que ser tomada com bastante calma. Uma carreira solo exige muita dedicação e um grupo requer muita confiança", arremata.


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