A gente manda.
Você recebe.
Depois manda a real pra todo mundo.
NO MARACANÃ
REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Neymar acompanhou a Seleção Brasileira em amistoso contra o Panamá neste domingo (31)
Mesmo se recuperando de uma lesão na panturrilha, Neymar Jr. acompanhou a Seleção Brasileira até o Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro, para o amistoso contra o Panamá. A presença do jogador foi notada pela torcida na arquibancada, que chegou a puxar um coro para o atacante do Santos.
A informação foi revelada pelo repórter Carlos Gil durante o pré-jogo da Globo neste domingo (31). "Um detalhe: o Neymar vai ficar no banco, embora de tênis, ainda se recuperando de uma lesão", iniciou.
"Ele não está relacionado, apareceu aqui no gramado, foi muito aplaudido, puxaram um coro para ele. A torcida está muito feliz com Neymar", explicou.
Para entender a gravidade da lesão e os impactos no retorno aos gramados, o Notícias da TV conversou com o ortopedista de joelho e médico esportivo Ari Zekcer, consultor do RB Bragantino. Segundo o especialista, uma lesão de grau 2 é considerada moderada e representa uma ruptura parcial da musculatura.
"É um músculo que foi afetado, ele rompe parcialmente entre 5 e 50% do seu tamanho. Então, é uma lesão que nós chamamos de moderada. Não é simples, nem é grave, é moderada", explicou.
"O grau da lesão é só uma maneira de você poder descrever a gravidade e a quantidade do músculo que foi afetado. Ou seja, é uma maneira de você poder entender e dividir didaticamente as lesões musculares", completou.
De acordo com especialista, esse tipo de problema costuma ser identificado inicialmente pelos sintomas relatados pelo atleta, mas o diagnóstico definitivo depende de exames de imagem, como a ressonância magnética.
"O atleta tem uma dor, que a gente fala 'sinal da pedrada', parece que alguém jogou uma pedra na batata da perna. É uma dor aguda, como se tivesse alguém batido direto na musculatura. [Quando ele relata isso,] A gente já desconfia que tem algum problema ali, e o diagnóstico definitivo é através de exame de imagem, uma ressonância magnética, aí a gente consegue entender que tipo de lesão que é, qual a gravidade, qual a profundidade", afirmou.
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