VÍCIO PRECOCE
REPRODUÇÃO/TV BRASIL

A apresentadora Rafa Kalimann durante participação no programa Sem Censura, da TV Brasil
Antes de ser influenciadora e entrar para o BBB, Rafa Kalimann trabalhou como modelo. E a pressão estética para se manter magra e dentro dos padrões da indústria acabou causando um hábito nada saudável na agora atriz e apresentadora: ela começou a fumar quando tinha apenas 14 anos.
"Tiveram muitos desafios. Eu era uma menina muito nova. Lembro de chegar na agência com 14 anos e o booker me receber com uma fita métrica", contou Rafa durante participação no programa Sem Censura, da TV Brasil.
"O quadril precisa ser medido, e você precisa estar naquele centímetro indicado, não pode passar nem um centímetro a mais. Eu já sou de um biotipo totalmente diferente, sou uma mineira de perna grossa, com quadril... Então, [tentar me] encaixar nesse padrão me gerou vários gatilhos e várias questões de saúde", disse.
Segundo ela, pessoas da própria indústria recomendaram que ela começasse a fumar porque o cigarro "enganaria" a fome. "Eu comecei a fumar quando era novinha. Parei quando meus pais descobriram. Porque me falaram que tiraria minha ansiedade de comer. E isso era um estímulo do mercado", falou Rafa.
"Aí minha mãe descobriu. Foi acho que a única vez que eu ouvi do meu pai: 'Estou decepcionado com você'. Eu nunca vou esquecer esse momento. E eu falei: 'Eu nunca mais na minha vida vou pôr um cigarro na minha boca'. E nunca mais coloquei", apontou.
Na conversa com Cissa Guimarães, Rafa Kalimann falou que até hoje sofre com a pressão externa --agora, com ataques virtuais. "Ser atacada dói, ser atacada machuca. Principalmente quando você não está fazendo alguma coisa", lamentou a ex-BBB.
"Até os livros que eu compro para a minha casa são uma grande questão. Coisas que são muito importantes para mim, como os meus trabalhos humanitários, viram uma grande questão. Coisas da minha casa viram uma grande questão. O nome que eu dou para a minha filha é uma grande questão", desabafou Rafa, que vai chamar a herdeira de Zuza.
O apelido era usado pela família para chamar Josefina, avó de Nattanzinho que morreu pouco antes de a gravidez ser anunciada. A escolha, portanto, funciona como uma homenagem afetiva e uma forma de manter viva a memória da matriarca que marcou a infância e a adolescência do artista.
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