A gente manda.
Você recebe.
Depois manda a real pra todo mundo.
MARIO PEREIRA
REPRODUÇÃO/RECORD

Azulão ficou conhecido nacionalmente por ter sido assistente de palco do programa Ratinho Livre
Mario Pereira, mais conhecido como Azulão, morreu aos 95 anos, em São Paulo, na sexta-feira (17). Ele ficou conhecido nacionalmente por ter sido assistente de palco do programa Ratinho Livre (1997-1998), na Record, no fim dos anos 1990. A morte foi confirmada por sua filha, Clara Pereira, ao Notícias da TV.
Azulão trabalhou por 56 anos na Record, e foi considerado o "funcionário mais antigo" da emissora. Em fevereiro de 2025, o ex-assistente de palco sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) e desde então enfrentava uma condição delicada de saúde.
Segundo sua filha, Azulão também apresentava um quadro de diabetes e fazia hemodiálise. Desde o ano passado, o veterano passou por inúmeras internações, apresentando uma piora considerável no último mês.
O comunicador ficou internado por 15 dias no hospital Moriah, Zona Sul da capital paulista, e recebeu alta poucos dias antes de sua morte. Azulão passou seus últimos momentos ao lado dos familiares.
Mario Pereira deixa a esposa, Dalva, e três filhos: Clara, Mauro e Graça. Ele foi velado no cemitério Jardim Vale da Paz, em Diadema, São Paulo, no último sábado (18).
Aproveitando a fama televisiva adquirida no Ratinho Livre, ainda nos anos 1990, Azulão chegou a se aventurar brevemente na carreira musical com o lançamento de um álbum em 1998.
O disco homônimo trazia o seu maior sucesso: a faixa "Solta o Azulão", que aproveitava o bordão repetido pelo assistente de palco durante a atração comandada por Carlos Massa, o Ratinho.
Além de Azulão, o programa Ratinho Livre também foi responsável por popularizar a dupla ET & Rodolfo --que também se aventurou na música.
Procurada pelo Notícias da TV, a Record ainda não se pronunciou sobre a morte do ex-colaborador. À reportagem, a filha de Azulão destacou que o pai era "querido e amado" pelos colegas de emissora.
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