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ALICIA PASQUIM

Marcos Pasquim explica por que impediu filha de ser atriz: 'Muito difícil'

MANOELLA MELLO/TV GLOBO

Marcos Pasquim em Dona de Mim, usando terno e camisa chumbo, com feição séria

Marcos Pasquim em Dona de Mim; ator revelou que impediu filha de ser atriz quando era criança

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 15/9/2025 - 9h30

Marcos Pasquim revelou que não deixou sua filha, Alicia Kherlakian Pasquim, se tornar atriz. O intérprete de Ricardo em Dona de Mim explicou que a herdeira quis seguir a profissão ainda quando era criança, mas sua experiência em Chiquititas (1998) fez com que ele não permitisse que ela atuasse. "Criança tem que ser criança", afirmou.

Atualmente, a jovem tem 21 anos e estuda Moda, mas o ator contou que ela queria ter entrado no meio artístico na infância. "Ela quis ser atriz com cinco anos, eu disse que não, achei cedo. Já trabalhei com crianças em Chiquititas e, sei que não posso generalizar, mas criança tem que ser criança", disparou ele em entrevista à coluna Play, do jornal O Globo.

"É uma profissão muito difícil, não é bolinho. Depois dos 14, tudo bem. Agora, com 21, ela pode se dedicar à vontade", afirmou ele. Segundo o ator, ainda é uma vontade de Alicia, mesmo que ela esteja seguindo outra carreira no momento.

No ar na novela das sete da Globo, Pasquim revelou que não tem projetos concretos fechados para o fim do folhetim, mas quer aproveitar o tempo livre para ficar com a família --principalmente com a filha, que confessou ver menos do que gostaria.

Para ele, as pausas são importantes para manter em dia a saúde mental. O ator foi diagnosticado com agorafobia, transtorno de ansiedade que se caracteriza pelo medo de estar em lugares ou situações das quais seja difícil sair.

Ele atribui o diagnóstico ao período intenso em que emendou Chiquititas, Uga Uga (2000), O Quinto dos Infernos (2002) e Kubanacan (2003). Desde então, ele se cuida para não ter gatilhos que o levem a sentir ansiedade novamente.

"Foi um burnout, um excesso de trabalho que acho que engatilhou essa agorafobia, um princípio de pânico. Na época, não se falava muito sobre isso. Antes dos remédios, tive uma crise dentro de um avião… Foi muito difícil", relembrou.

"Fiz Kubanacan medicado. Aí, os anos foram passando e fui desmamando, mas tive que fazer mudanças na minha vida. Por exemplo, eu gostava de montanha-russa, hoje em dia prefiro não. Não quero esse gatilho, mesmo estando curado. Sou atento à questão", declarou ele.


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