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INDIRETA?

Leandro Hassum critica humoristas 'sem limite': 'Não são comediantes'

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Leandro Hassum no quadro Pode Perguntar?, do Fantástico

Leandro Hassum no Fantástico; comediante mandou indireta para colegas de profissão

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 31/8/2025 - 22h36

Leandro Hassum deu novas declarações sobre o "limite do humor" neste domingo (31), e mandou uma "indireta" para colegas de profissão. Em entrevista ao quadro Pode Perguntar? do Fantástico, que convida famosos para uma roda de conversa com entrevistadores dentro do espectro autista, Hassum disse que nem todo mundo que se diz comediante de fato é.

Questionado se acredita que um humorista deve ter limites ao se apresentar para não ofender nenhuma minoria, o ator admitiu a complexidade do assunto: "O meu primeiro impulso é dizer para você que não tem que ter limite no humor para um humorista, para um comediante", disse.

Mas para Hassum, o grande problema são na verdade os falsos comediantes, ou seja, pessoas que não têm o comprometimento em fazer rir, e sim em ofender. Sem citar nomes, o humorista disse que o verdadeiro profissional sabe como adaptar o seu texto sem excluir ou ofender.

"O que acontece hoje em dia é que se está dando palco para muitas pessoas que não são comediantes se intitularem comediantes e se acharem no direito de em cima de um palco falar qualquer coisa", afirmou.

E continuou: "Um bom comediante, um profissional, um ator de comédia, sabe como reajustar suas piadas para que sejam inclusivas, e não piadas que afastem", destacou.

Longe de ser uma discussão recente, o debate sobre o limite do humor voltou a ganhar espaço em junho, após a condenação a oito anos, três meses e nove dias de prisão em regime fechado de Leo Lins.

Conhecido por piadas preconceituosas, o ex-integrante do The Noite disse na ocasião ser vítima de uma sociedade que vive um período de "cegueira racional".

Ele afirmou que a juíza responsável pelo caso misturou as linhas entre realidade e ficção, além de não entender que o humorista é um personagem. Ele recorre da decisão da Justiça em liberdade.


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