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‘PEGA LEVE’

Kajuru nega ligação com Leonardo antes de CPI de Virginia: 'Juro pela minha mãe'

Reprodução/Senado Federal e Instagram

Primeira foto mostra o senador Jorge Kajuru, sorridente e de óculos; a segunda, Leonardo, Virginia Fonseca e uma bebê no colo

Após matéria da Piauí, Jorge Kajuru diz que nunca conversou com Leonardo sobre Virginia Fonseca

MATHEUS QUEIROZ

matheus@noticiasdatv.com

Publicado em 3/6/2026 - 14h18

O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) se pronunciou sobre um suposto telefonema que teria recebido de Leonardo às vésperas do depoimento de Virginia Fonseca na CPI das Bets, em maio do ano passado. A informação consta em reportagem recente da revista Piauí sobre a influenciadora. Em contato com o Notícias da TV, o jornalista negou este episódio.

Segundo a publicação, Leonardo teria telefonado para Kajuru "pedindo que pegassem leve" com Virginia, que, na época, ainda estava casada com seu filho, Zé Felipe. Relatora da CPI, a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) disse ter recusado uma ligação do sertanejo. "Disse para ele não perder tempo, porque eu não ia atender", contou ela à revista.

Kajuru enviou um posicionamento através de um de seus assessores parlamentares. Ele classificou a informação como "a maior mentira que já ouvi em 50 anos de carreira como jornalista". "Juro por minha mãe que o Leonardo nunca sequer falou sobre a Virgínia comigo", acrescentou.

O Notícias da TV também entrou em contato com a revista Piauí para comentar a negativa do senador, mas não obteve sucesso até o fechamento da matéria. O texto será atualizado caso haja devolutiva.

Virginia foi convocada a depor na CPI das Bets por conta de seu envolvimento na divulgação de apostas online. Dias antes, a mesma revista havia divulgado que ela recebia o chamado "cachê da desgraça alheia", com retorno de 30% em cima dos valores que seus seguidores perdiam nos cassinos virtuais. A influenciadora negou.

A Piauí ainda apontou que Virginia é investigada pela Polícia Federal devido a movimentações consideradas atípicas por instituições financeiras. O órgão quer apurar a legalidade das operações financeiras da influenciadora e de suas empresas.

Dentre as movimentações suspeitas, estão o recebimento de R$ 22,5 milhões na empresa Talismã Digital, que pertencia à Virginia e ao ex-marido, em um período de seis meses, além de transações das marcas Wepink e a Wpink Suplementos Nutricionais.

Procurada pela reportagem, a Polícia Federal informou que "não confirma nem se manifesta sobre eventuais investigações em andamento". A equipe também entrou em contato com o advogado Felipe dos Santos de Paula, que representa Virginia. Ele não atendeu aos telefonemas e não respondeu mensagens. O espaço segue aberto.


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