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SÍNDROME NEFRÓTICA

Junior Lima e Monica Benini emocionados; filha do casal foi diagnosticada com síndrome rara que afeta os rins
O cantor Junior Lima dividiu com os seguidores nesta terça-feira (22), a situação sensível que sua família enfrenta. Ao lado da mulher, Monica Benini, o artista compartilhou o estado de saúde da filha de apenas três anos, Lara. A criança foi diagnosticada com síndrome nefrótica, uma condição rara que afeta os rins.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, o casal -- que também é pai de Otto, de sete anos -- desabafou sobre a descoberta da doença, Caracterizada pela perda excessiva de proteínas pela urina, a síndrome nefrótica pode causar inchaços pelo corpo e é considerada grave.
"A gente começou a suspeitar que a Lara estava com uma alergia. O olho dela inchava, levamos em alergista e pediatra, até que investigando descobrimos que se tratava da síndrome nefrótica", contou Monica Benini.
Emocionados, Junior e a mulher relataram momentos difíceis após o diagnóstico, já que, segundo eles, o tratamento indicado é agressivo, especialmente em crianças. No entanto, Lara respondeu bem ao processo: "Graças a Deus, Lara está super bem e em remissão", contaram.
No vídeo, o casal ainda explicou que a escolha por expor o caso veio com o objetivo de alertar outros pais sobre os primeiros sinais da síndrome rara, muitas vezes silenciosa.
A síndrome nefrótica é causada por uma lesão nos glomérulos, que são as estruturas dos rins responsáveis pela filtragem do sangue. Com essa lesão, o órgão passa a perder grandes quantidades de proteína pela urina (proteinúria), o que leva a níveis baixos de albumina no sangue e pode provocar inchaço (edema), aumento de colesterol e risco de infecções.
Se não tratada adequadamente, a síndrome nefrótica pode evoluir para insuficiência renal. Ela pode se manifestar em qualquer idade, mas é mais comum entre 18 meses e quatro anos de idade, especialmente em meninos. Por isso, os pais devem estar sempre atentos aos primeiros sinais.
Entre eles, estão: Inchaço ao redor dos olhos; Inchaço nos tornozelos; Edema generalizado (nos pés, barriga e rosto); Urina espumosa; Fadiga, perda de apetite e dor abdominal; Redução no volume de urina; Aumento de infecções; Ganho de peso; Nos casos mais graves, acúmulo de líquido na cavidade abdominal (ascite) e no tórax (derrame pleural). Além de risco de trombose.
Durante o tratamento, o sistema imunológico do paciente fica enfraquecido, por isso é necessário redobrar os cuidados para evitar infecções. A síndrome nefrótica não tem uma cura definitiva, mas com o tratamento adequado -- geralmente através de corticoides-- , é possível entrar em remissão.
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