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AOS 56 ANOS

Drica Moraes admite que maturidade aprimorou o sexo: 'Sinto muito tesão'

ESTEVAM AVELLAR/TV GLOBO

Drica Moraes em Os Outros

Drica Moraes em Os Outros; atriz de 56 anos falou sobre efeitos da maturidade na vida sexual

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 6/8/2025 - 9h58

Aos 56 anos, Drica Moraes confessou que está no auge de sua vida sexual. A atriz afirmou que vive sua melhor fase quando o quesito é prazer, principalmente depois de ser diagnosticada com leucemia, passar por um transplante de medula e enfrentar uma menopausa precoce. "É um privilégio conhecer o próprio corpo, saber onde e como é gostoso", afirmou.

Em entrevista à jornalista Heloisa Tolipan, a veterana falou que sentiu uma sensação de recomeço depois de enfrentar tantos problemas de saúde. "É como se eu tivesse resetado. Sinto muito tesão, muito prazer com meus parceiros… Botando já no plural", disparou ela, que está em cartaz com a peça Férias, no teatro Claro Mais do Rio de Janeiro.

"Mas eu nunca estou só, como diria Zezé Motta. É um privilégio conhecer o próprio corpo, saber onde e como é gostoso. Quando a gente é jovem, se acha feia, se critica, sofre para transar. Na maturidade, você surfa mais", disse.

A atriz afirmou que enfrenta o etarismo com bom humor --como tudo na vida. Ainda assim, ela não poupa críticas ao mercado audiovisual, que costuma jogar para escanteio atores mais velhos.

"Ainda soa como cota. Vejo poucos atores com mais de 70 com narrativas contundentes, por exemplo. É como se fosse para inglês ver. A gente precisa de histórias reais, potentes, com diversidade de idade também. Tem muita vida depois da vida que a gente achava que era a melhor parte da vida", ponderou.

Para Drica, a melhor parte de sua vida começa agora, na "envelhecência", termo que ela pegou emprestado do escritor e dramaturgo Mario Prata. "Acho lindo se conhecer. Dá um tesão enorme continuar nessa coisa de se jogar, mas se conhecendo nesse 'jogo da vida'. É tão bonito amadurecer. Só tenho a agradecer mesmo, acho uma bênção estar viva com tanta energia", pontuou.

"É preciso se jogar, amar ilimitadamente, conhecer o mistério da vida. Porque senão, você morre na cadeira do sofá da sala mesmo, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar", complementou ela, citando Ouro de Tolo, canção de Raul Seixas (1945-1989).

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