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DARK HORSE
Reprodução/YouTube

Jim Caviezel é Bolsonaro em Dark Horse: filme recria momentos da corrida presidencial de 2018
Jim Caviezel, intérprete de Jair Bolsonaro no filme Dark Horse, protagonizou momentos controversos no set. Segundo uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o ator norte-americano cogitou desistir do trabalho por medo de ser assassinado. Por conta da própria conspiração, ele passou a demonstrar um comportamento "paranoico".
O artista não ficava longe de seguranças. Um integrante da produção afirma que não se tratava de uma equipe de segurança comum e, sim, de policiais aposentados. Eles foram descritos como "violentos" e "sem profissionalismo".
Um figurante teria sido arrastado por um deles por estar com seu celular no bolso. Outro profissional que acompanhava o ator ameaçou um integrante da equipe técnica com uma faca, porque acreditava que ele poderia representar perigo ao protagonista.
O Notícias da TV entrou em contato com a produtora responsável pelo filme em busca de esclarecimentos sobre estas alegações, mas não obteve retorno até o fechamento da matéria.
Uma das cenas principais do longa, a sequência onde Bolsonaro é esfaqueado por Aurélio Barba, nome fictício dado a Adélio Bispo de Oliveira, foi acompanhada discretamente pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e pelo vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), filhos do ex-presidente. Foi a única vez que eles compareceram no set.
Como o Notícias da TV confirmou, o escolhido para interpretar Aurélio é o ator José Trassi, conhecido pelo personagem Dodô na série Sandy & Junior (1999-2002). Outros nomes do passado das novelas brasileiras completam o elenco: Mário Frias faz o médico que operou o então candidato após a facada e Felipe Folgosi dá vida a um policial federal.
O primeiro trailer do longa foi vazado nesta terça-feira (19). Com atuações em inglês, o filme mostra, sob a ótica da extrema direita, os bastidores da corrida eleitoral de 2018.
Dark Horse virou assunto nas últimas semanas após a revelação de que Daniel Vorcaro, do Banco Master, foi o principal patrocinador do filme. Segundo uma reportagem do Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro pediu R$ 134 milhões com o banqueiro para realizar a produção.
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