Menu
Pesquisar

Buscar

Facebook
X
Instagram
Youtube
Pesquisar

Buscar

ANA HIKARI

Atriz de As Five se joga em romance lésbico em curta de terror sem clichês

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Ana Hikari posando em foto do Instagram, com colo a mostra, franjinha e brinco prata

Ana Hikari em foto do Instagram; atriz será protagonista de curta de terror com romance lésbico

Atriz de Malhação: Viva a Diferença (2017) e As Five (2020-2024), Ana Hikari deu brevemente as costas para novelas e séries mais leves e se aventurou em um novo desafio de terror. A atriz gravou o curta O Quarto de Giovanna, que mistura body horror com debates sobre sexualidade e racismo. Ainda sem data de estreia definida, a obra causou um forte e imediato impacto na intérprete. "Eu fiquei enlouquecida pelo roteiro desde a primeira vez que li", afirmou.

O projeto tem roteiro e direção de Victoria Negreiros e deixou Ana vidrada pela maneira como retrata uma relação lésbica. "A nossa diretora e autora traz com muita sensibilidade e poesia a relação de duas mulheres dentro do ambiente acadêmico. A forma como ela elabora essa relação foi o que me fez me encantar pelo filme", explicou em entrevista ao Notícias da TV.

Para a atriz, o curta representa um contraponto a décadas de representações distorcidas das mulheres no cinema. "Dentro de um audiovisual que durante muito tempo mostrou mulheres a partir de uma ótica masculina, fetichizada, é um respiro poder interpretar um casal lésbico com uma visão genuína, humanizante e feminina", declarou ela.

Para a atriz, o gênero terror foi essencial para potencializar a narrativa sem recorrer a fórmulas batidas e clichês cansativos. "É uma escolha muito inteligente da Victoria para mostrar esse relacionamento sem hipersexualizar dois corpos não brancos. O body horror se justifica e vira poético dentro dessa narrativa homoafetiva", avaliou.

Apesar de seu histórico como espectadora de terror não ser dos mais tranquilos, a atriz se surpreendeu com a própria reação no set de filmagens. "Eu morro de medo de ver filme de terror. Eu já saí com torcicolo do cinema de tanta tensão. Mas eu sabia que no dia que eu fizesse um filme de terror eu ia amar. E foi exatamente o que aconteceu", contou.

Com a experiência positiva, Ana afirmou que gostaria de fazer vários outros trabalhos do gênero. A empolgação, no entanto, não fez com que ela superasse de vez o receio de encarar o terror na tela grande. "Até tentei me desafiar e ir ao cinema assistir a um, mas eu quase infartei e saí da sala, deixei minhas amigas lá", revelou, aos risos.


Mais lidas


Comentários

Política de comentários

Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.