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LUTO

Astro de Hollywood e vencedor do Oscar, Robert Redford morre aos 89 anos

REPRODUÇÃO/YOUTUBE

Robert Redford em entrevista ao Life Stories em 2023

Robert Redford em entrevista ao Life Stories: causa da morte do ator não foi divulgada

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 16/9/2025 - 10h34

Ator e cineasta premiado de Hollywood, Robert Redford morreu aos 89 anos na madrugada desta terça (16). A informação foi confirmada pela assessora de imprensa do astro, Cindi Berger, mas a causa do óbito ainda não foi informada. Vencedor do Oscar e criador do Sundance Film Festival, o veterano tem inestimadas contribuições para a sétima arte e também foi um importante ativista ambiental.

Nascido em agosto de 1936, o ator teve uma carreira que atravessou mais de seis décadas em Hollywood. Ele começou nos palcos da Broadway e em séries de TV nos anos 1960, mas ganhou fama e projeção mundial ao protagonizar Butch Cassidy and the Sundance Kid (1969), ao lado de Paul Newman (1925-2008). 

No currículo, o intérprete colecionou filmes de sucesso, como Golpe de Mestre (1973), que venceu o Oscar de melhor filme, e Todos os Homens do Presidente (1976), no qual interpretou o jornalista Bob Woodward na investigação do escândalo Watergate.

Ele também brilhou em romances como Nosso Amor de Ontem (1973), com Barbra Streisand, e dramas como Jeremiah Johnson (1972) --filme que foi intitulado como Mais Forte que a Vingança no Brasil. Sua versatilidade o manteve em destaque nas décadas seguintes.

Redford interpretou papéis icônicos em Entre Dois Amores (1985), vencedor do Oscar de melhor filme, e O Curandeiro de Cavalos (1998), produção que também dirigiu.

Como cineasta, ele conquistou o Oscar de melhor diretor por Gente como a Gente (1980) e foi indicado novamente por Quiz Show - A Verdade dos Bastidores (1994).

Além da carreira artística, Redford foi um dos maiores incentivadores do cinema independente. Ele fundou o Sundance Institute e o Sundance Film Festival, que revelaram gerações de novos cineastas e transformaram o cenário do audiovisual nos Estados Unidos e no mundo.

Mesmo na maturidade, seguiu atuando em projetos desafiadores, como o elogiado All Is Lost (2013), praticamente sem falas, e em Capitão América: O Soldado Invernal (2014), no qual surpreendeu como vilão.

Seu impacto vitalício na indústria foi reconhecido também com um Oscar honorário em 2002. Nos seus últimos anos de vida, ele permaneceu um defensor das causas ambientais e um grande contador de histórias, sempre hesitante quando questionado sobre aposentadoria.


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