A gente manda.
Você recebe.
Depois manda a real pra todo mundo.
CUIDADO, GOMINHO!
REPRODUÇÃO/RECORD

Andressa Urach em A Fazenda 6: influenciadora já era "patroa" muito antes da Casa do Patrão
Andressa Urach chegou a pedir perdão aos bispos da Igreja Universal do Reino de Deus --a principal mantenedora da Record-- de olho em uma vaga na próxima temporada de A Fazenda. A personalidade de mídia, porém, é a solução perfeita para evitar que a Casa do Patrão fracasse mais uma vez no ano que vem.
Apesar dos resultados bem abaixo do esperado no Ibope, o reality show produzido em parceria com a Disney+ deve ganhar mais uma temporada em 2027. Mas o diretor J. B. Oliveira, o Boninho, vai precisar fazer algumas mudanças (para não dizer muitas) para ver se o formato finalmente cai nas graças do público.
Andressa Urach seria o nome perfeito para tirar o projeto do buraco. As regras da atração combinam perfeitamente com a personalidade dela, que não tem medo do cancelamento --especialmente porque o conflito está no centro de qualquer reality show, ainda mais um que quer contrapor os participantes entre "patrões" e "empregados".
Afinal, quem não se lembra da influenciadora aproveitando o chapéu em A Fazenda 6 (2013) para mandar o apresentador Gominho "limpar os vidros e o fogão"? Um pedido que ia além de seus poderes no reality rural, mas perfeitamente plausível dentro da Casa do Patrão.
A primeira temporada deixou a impressão de que faltou tempero, uma pimenta para a nova empreitada de Boninho. Os vídeos que viralizaram não foram de confrontos nem de bate-bocas do jogo, mas dos participantes decepcionados ao descobrir que ganharam poucos seguidores nas redes sociais.
Durante o programa Close Errado, da DiaTV, Andressa pediu para ser "perdoada" pelos bispos da Igreja Universal a fim de entrar novamente em A Fazenda. Ela chegou a entrar na Justiça contra a instituição religiosa, em busca de reaver R$ 2 milhões que doou para a igreja, sob a alegação de que teria sido vítima de coação moral e espiritual.
A produtora de conteúdo adulto, porém, acabou condenada ao pagamento dos honorários advocatícios, fixados em 10% sobre o valor atualizado da causa.
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