Menu
Pesquisar

Buscar

Facebook
X
Instagram
Youtube
Pesquisar

Buscar

PROCESSO

Pedro Henrique Espindola do BBB 26 exige direito de resposta no Jornal Nacional

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Pedro Henrique Espindola na academia do BBB 26

Pedro Henrique Espindola no BBB 26: participante desistente trava briga judicial contra a Globo

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 2/4/2026 - 14h09

Pedro Henrique Espindola elevou o tom da briga com a Globo e passou a exigir espaço em atrações de grande alcance da emissora para se defender publicamente. Alvo de uma cobrança de R$ 1,5 milhão por suposta violação de cláusulas de confidencialidade do BBB 26, o ex-participante enviou uma contranotificação por meio de seus advogados e incluiu entre os pedidos o direito de resposta no Jornal Nacional.

O embate entre Pedro e a Globo começou no início de março, quando o ex-BBB entrou na Justiça com um pedido de indenização de R$ 4,2 milhões. Na ação, ele alegou danos morais e descumprimento contratual.

A ofensiva jurídica, porém, abriu uma nova frente de conflito. Isso porque a defesa do ex-participante expôs trechos do contrato firmado com o reality e de informações consideradas sigilosas.

A emissora reagiu com uma notificação formal, na qual reforçou que a divulgação do material não poderia ter ocorrido. Na avaliação da Globo, houve quebra de cláusulas de confidencialidade previstas no acordo assinado por Pedro antes de entrar no programa. Por isso, a empresa passou a cobrar o pagamento de multa milionária.

Na última quarta-feira (1º), os representantes do ex-BBB formalizaram a contranotificação. No documento, os advogados sustentam que a atitude da Globo representaria uma tentativa de silenciar Pedro Henrique depois que ele decidiu contestar judicialmente a emissora.

A defesa também afirma que o ex-participante ficou sem qualquer respaldo após deixar o reality, mesmo em meio ao abalo emocional provocado pela repercussão do caso.

Segundo os advogados, Pedro não recebeu apoio jurídico, psicológico nem institucional da produção após sua saída. Esse é um dos pontos centrais usados pela defesa para tentar enfraquecer a cobrança feita pela Globo e reforçar a narrativa de que o ex-BBB teria sido deixado à própria sorte depois do programa.

Outro argumento apresentado pelos representantes do vendedor diz respeito à falta de espaço para manifestação pública. A defesa afirma que Pedro Henrique não teve direito de resposta diante das acusações que passaram a circular, ao contrário do que teria acontecido em outros episódios envolvendo participantes de edições anteriores do Big Brother Brasil. O texto cita como comparação os casos de Antônio Cara de Sapato e MC Guimê, que deixaram o BBB 23 sob acusação de assédio.

Os advogados também mencionaram Ana Maria Braga na contranotificação. A apresentadora foi criticada por uma declaração em seu programa, quando afirmou que estava feliz por não ter "o desprazer" de entrevistar Pedro. Para a defesa, o comentário ajudou a ampliar a exposição negativa do ex-BBB sem oferecer a ele a chance de se posicionar.

Como condição para encerrar o impasse, os representantes de Pedro Henrique exigem que ele tenha direito de resposta em programas de grande repercussão da Globo. Entre os espaços citados estão o Jornal Nacional e até a novela das nove, em uma tentativa clara de transformar a defesa do ex-BBB em um gesto público de reparação. Além disso, os advogados pedem a retirada imediata da multa aplicada pela emissora.

A defesa estabeleceu prazo de 48 horas para uma resposta da Globo. Caso não haja manifestação dentro desse período, a disputa deve seguir para julgamento na Justiça do Paraná.

Pedro Henrique apertou o botão da desistência em 18 de janeiro, depois de ter tentado beijar Jordana Morais sem consentimento. Na época, Tadeu Schmidt assegurou que o participante seria expulso do programa caso não tivesse desistido antes.


Mais lidas


Comentários

Política de comentários

Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.