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BATE-PAPO
REPRODUÇÃO/GLOBOPLAY

Gabriela Saporito no Bate-Papo BBB; ex-Pipoca explica relação conturbada com grupo de Cowboy
Eliminada do BBB 26, Gabriela Saporito participou do Bate-Papo BBB e abriu o jogo sobre sua trajetória no reality, especialmente sobre a relação conturbada com o grupo liderado por Alberto Cowboy. Em conversa com Gil do Vigor e Ceci Ribeiro, a ex-sister admitiu que já percebia sinais de que não era prioridade, mas teve dificuldade de se posicionar com firmeza.
Logo no início, ela destacou que a desconfiança não era novidade dentro da casa. "As pessoas falavam que o Cowboy é muito manipulador, e eu sentia muito isso da questão do voto", afirmou. Segundo Gabriela, havia uma sensação constante de estar sendo usada estrategicamente. "Eu sentia que eles me queriam no grupo só pra somar voto."
Um dos episódios que mais a marcou foi quando ouviu que era vista como uma peça útil dentro da dinâmica. "Eu lembro que ele tinha falado que eu era a 'carta coringa' do grupo. Eu fiquei com aquilo… Por que carta coringa?", questionou, evidenciando o incômodo com o rótulo.
Apesar disso, a paulista explicou que o afeto pelos colegas a fazia hesitar totalmente. "Eu ficava com medo", admitiu. "Tinham dois grupos, e eu tinha esse embate com eles, mas eu também tinha outros momentos de afeto, de identificação, me acolhiam", acrescentou. Esse conflito interno, segundo ela, dificultava qualquer decisão mais radical no jogo.
A falta de conexão com o outro grupo também pesava. "No outro grupo, eu não tinha tanto afeto, só a Chai Chai [Chaiany Andrade]", disse. Diante disso, o receio de se isolar aumentava. "Eu ficava com medo de tipo 'p*rra, aí eu vou começar a tomar tiro dos dois lados'", disparou.
Gabriela revelou que chegou a questionar suas próprias atitudes diversas vezes. "Eu pensava: 'será que não estou sendo cabeça dura demais? Será que não estou só dentro da minha cabeça e não estou olhando para o outro?'", relatou. Para ela, o medo de jogar sozinha foi determinante. "Faltou coragem", soltou.
Ao assistir às cenas exibidas no programa, em que Jonas Sulzbach, Jordana Morais, Cowboy e Marciele Albuquerque falavam mal dela, Gabi disse ter confirmado suas suspeitas.
"Eu estava certa, hein? Eu ficava nessa dúvida… Eu fui tonta mesmo", declarou. Segundo a ex-sister, o maior incômodo era a incoerência. "Eu falava: 'é só por conta do voto'. Eu tinha afinidade com o pessoal, gostava mesmo, mas me incomodava que eles demoraram para assumir que eu não era prioridade."
Ela também ponderou o impacto emocional dessa situação. "Isso me machucava muito, porque eu via uma coisa e ouvia outra", afirmou.
A ex-Pipoca explicou por que insistia em retomar a relação com o grupo mesmo diante dos sinais. "Porque eu gostava muito deles. Eu gostava realmente", pontuou.
Fora da casa, Gabriela também opinou sobre os rumos do BBB 26 e avaliou o cenário atual do jogo, que chega em sua semana final. Ao ver que Jordana está no paredão ao lado de Ana Paula Renault e Juliano Floss --a mesma configuração que resultou em sua eliminação--, ela não escondeu o pessimismo quanto ao destino da sister.
"Acho que a Jordana vai sair, porque é o mesmo paredão. Os dois vão unir forças, lascou!", disparou. Provocada por Gil do Vigor, que destacou que a própria Jordana escolheu os adversários, Gabriela reagiu com surpresa.
Ao ser questionada por Ceci Ribeiro se faria a mesma escolha, foi direta: "Se eu estivesse no lugar dela? Não! Eu vazei com os dois! Meu Deus… Ela vai vazar também", apostou.
Na sequência, a ex-sister também comentou sobre o desempenho de Milena Lages no jogo e reconheceu mudanças na postura da rival ao longo da temporada. Segundo Gabriela, a relação entre as duas sempre foi marcada por certa distância.
"A Milena, às vezes, é muito fechada na dela. Até na casa de vidro, ela começou com umas provocações, eu tentava entender um pouco mais ela, chegar, mas era só patada", relembrou. Apesar disso, fez questão de destacar a admiração que sente pela participante.
"Eu sempre admirei a história da Milena, tudo o que ela passou", afirmou. Ainda assim, reforçou que as duas seguiram caminhos opostos dentro da casa, mas deixaram claro uma para a outra que tinham certo carinho para além do jogo.
Ela reconheceu uma evolução recente na postura da recreadora. "Mas a Milena melhorou muito. Eu vejo que o jogo dela continua provocador, mas ela vai mais tranquila, está mais aberta a conversar", avaliou.
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