A gente manda.
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'A GENTE APRENDE'
REPRODUÇÃO/GLOBOPLAY

Jordana Morais no BBB 26; ex-sister foi acusada de fraudar cotas em concurso público
Eliminada do BBB 26 na última quinta-feira (16), Jordana Morais foi questionada sobre a acusação de uso indevido de cotas raciais em um concurso público realizado em 2015. Ela admitiu o erro do passado e ressaltou que não repetiria a ação. "A gente aprende", disse.
Em entrevista ao Portal Leo Dias na porta dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, a advogada ficou incomodada ao falar sobre o apelido "Nega Jô", que ganhou nas redes sociais durante seu confinamento. Para ela, toda a história do concurso foi uma situação "tirada de contexto".
Em 2015, Jordana se inscreveu em um concurso do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) utilizado a cota racial para negros e pardos, apesar de ser uma mulher branca.
"Eu não tinha o conhecimento necessário sobre o assunto. Eu nunca fui vista como uma mulher branca durante a minha infância, então era uma coisa que eu não me entendia dessa forma", tentou justificar a advogada.
Hoje, ela encara a situação de uma maneira diferente. "Entendo toda a seriedade do assunto, a responsabilidade e não faria novamente, de verdade. Nem lembrava disso. Os erros estão aí, a gente entende, a gente aprende e é isso", falou a eliminada mais recente do reality show.
Logo no início da temporada, quando a inscrição no concurso veio à tona, a equipe da ex-sister explicou o ocorrido. Segundo os administradores, Jordana se identifica como uma pessoa parda e teria direito à cota, assim como outros candidatos que se inscreveram na mesma categoria.
"O IBGE define como parda a pessoa que se identifica como de mistura de duas ou mais opções de cor ou raça, incluindo branca, preta ou indígena. É o caso da Jordana", afirmou a assessoria na ocasião.
Dessa forma, segundo a equipe, não haveria nenhuma irregularidade na inscrição. Por fim, os representantes ressaltaram que ela sequer chegou a assumir cargo público de advogada em decorrência do concurso citado.
"Importante destacar que a Jordana não foi investida em nenhum cargo público decorrente do concurso. Denúncias infundadas, mesmo quando travestidas de zelo, também produzem desinformação", concluiu a nota divulgada pela equipe.
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