IBOPE BOM, MAS MORNO
REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Paula (Carolina Ferraz) em História de Amor: maior audiência média em dois anos para a Globo
História de Amor chegou ao fim na sexta-feira (12) com uma notícia boa e outra nem tanto para a Globo. O folhetim de Manoel Carlos fechou com a maior média geral da Edição Especial em dois anos, superando as reprises de Cabocla e Cheias de Charme. Porém, ainda ficou longe de repetir os números estrondosos de Chocolate com Pimenta ou O Cravo e a Rosa na mesma faixa.
De acordo com o levantamento feito pelo Notícias da TV a partir dos dados da Kantar Ibope, História de Amor conseguiu média de 11,7 pontos na Grande São Paulo durante sua exibição. Ou seja, a trama de Helena (Regina Duarte) teve 5,4% mais público do que a antecessora, Cabocla, que havia anotado 11,1.
O resultado indica que a Globo conseguiu levantar o horário mesmo após a reprise um tanto desastrosa de Cheias de Charme, que segue como a produção menos vista entre as edições especiais. Exibida entre 11 de março e 30 de agosto de 2024, a novela das empreguetes teve uma média de 10,7.
Walcyr Carrasco segue como um campeão de audiência no início das tardes, já que as reprises de O Cravo e a Rosa (14,0 pontos) e Chocolate com Pimenta (13,0) foram os maiores públicos da sessão. Ele e Benedito Ruy Barbosa são os únicos a terem mais de uma obra reapresentada no horário.
História de Amor não conseguiu tirar a medalha de bronze de Mulheres de Areia, que, com folga, ficou em terceiro lugar no ranking, com 12,8 pontos.
Em sua primeira semana, Terra Nostra (12,3 pontos) registrou dois décimos a menos no Ibope do que História de Amor (12,5), mas teve um desempenho bem melhor do que o de Cabocla (10,1) e Cheias de Charme (9,6). A trama, porém, carrega uma maldição: foi uma das piores escolhas para o Vale a Pena Ver de Novo.
Para a Globo, a faixa de edições especiais é uma solução boa e barata para ocupar um espaço um tanto ingrato em sua programação. As novelas conseguiram barrar as vitórias da Hora da Venenosa --quadro de fofocas do Balanço Geral--, que foi responsável por enterrar não só o Vídeo Show (1983-2019) como o Se Joga (2019-2021).
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