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PROCESSO DE CALOTE

Atrasada, Justiça procura Nego do Borel dentro de A Fazenda 13 após expulsão

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Imagem de Nego do Borel em ensaio fotográfico

Nego do Borel em ensaio fotográfico; Justiça procurou pelo cantor na sede do reality após sua expulsão

ERICK MATHEUS NERY e LI LACERDA

erick@noticiasdatv.com

Publicado em 23/10/2021 - 7h00

Nego do Borel foi expulso de A Fazenda 2021 em 25 de setembro, mas o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro acreditava até recentemente que o cantor ainda estaria confinado no reality show da Record. O órgão pediu para que a comarca de Itapecerica da Serra (SP), onde a disputa é gravada, notificasse o artista sobre um processo de calote contra uma festa de 15 anos.

A confusão jurídica, a qual o Notícias da TV teve acesso, começou em 24 de setembro, um dia antes da expulsão do funkeiro. Uma petição foi protocolada pelos advogados da família da debutante no tribunal fluminense com o pedido para que o ex-peão fosse notificado sobre o caso em seu "novo endereço", no Estado de São Paulo.

Em 15 de outubro, 20 dias após a retirada do artista do reality, o juiz Flavio Citro Vieira de Mello determinou que uma carta precatória fosse enviada à Justiça paulista. Este procedimento é utilizado quando indivíduos estão em comarcas diferentes. Dessa maneira, a autoridade fluminense solicitou que um juiz de São Paulo informasse Borel sobre o processo.

No dia 18, o documento foi expedido para que um oficial da comarca de Itapecerica da Serra fosse até a sede do reality rural e notificasse Borel, réu na ação. O problema é que o ele não estava mais lá desde o mês passado, após ser acusado de estupro de vulnerável contra a modelo Dayane Mello.

Questionado pela reportagem, o Tribunal de Justiça de São Paulo disse que ainda não recebeu a respectiva carta precatória. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro afirmou que os advogados de acusação informaram o órgão sobre a expulsão de Borel na última quarta-feira (20). quase um mês após o fato, e solicitaram que o cantor seja notificado em seu endereço no Rio de Janeiro.

Na sexta-feira (22), o juiz Flavio Mello cancelou o envio da documentação para a Justiça paulista. A assessoria de Nego do Borel informou que não se manifestará sobre o suposto calote. A Record não respondeu os questionamentos da reportagem.

Entenda o caso

Nego do Borel foi contratado para se apresentar em uma festa de 15 anos realizada em 30 de novembro de 2019 no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. A família da debutante pagou R$ 60 mil pela apresentação e ainda desembolsou cerca de R$ 33 mil com a estrutura do show e algumas exigências do artista, como alimentação, bebidas e doses de uísque 12 anos.

Porém, mesmo com o pagamento e todas as exigências cumpridas, Borel não compareceu ao evento. Em janeiro de 2021, o cantor deu a sua versão do caso durante uma entrevista ao Se Joga (2019-2021):

Fui contratado para fazer shows no Rio de Janeiro e em São Paulo, sendo que o de São Paulo faria às 22h e o no Rio, se não me engano, seria à 1h. Daria para sair do show, pegar o jato em Guarulhos (SP) e chegar em Copacabana para fazer o show tranquilo. Cheguei no aeroporto, fiquei esperando, e o jato não chegou. O pessoal do Rio ligou, a menina desesperada, e eu sabendo que estava rolando a confusão, o pessoal estava na maior razão, chateado, e o jato não chegou.

O caso segue sendo analisado pela 15ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

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