Globo rebaixa Globocop
e repórteres se recusam
a voar

REDUÇÃO DE GASTOS

Em mais uma medida de redução de
custos, a Globo trocou os modelos do
Globocop  em São Paulo e no Rio de
Janeiro.

REPRODUÇÃO/TWITTER @UAITV



No primeiro dia de 2021, o antigo Esquilo
AS350 B2 foi substituído por um Robinson
R44, uma aeronave menor no tamanho e
também nos gastos com combustível e
manutenção.



Na semana passada, os repórteres Walace
Lara, César Galvão e Janaina Lepri se
recusaram a voar no novo Globocop. Eles
disseram aos seus chefes que estavam com
muito medo porque a nova aeronave é
menos segura.




FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM @CASAL.SPOTTER



Victor Di Pietro,
especialista em helicópteros.
O Esquilo é uma aeronave maior, mais
potente. Não por acaso ela é utilizada
pela polícia como helicóptero Águia. A
vantagem do helicóptero R44 é o custo,
já que é uma aeronave mais barata em
relação ao Esquilo.

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FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM @ZELDAMELLO



A Globo mudou também a empresa que
aluga e opera os helicópteros. Todos os
pilotos experientes, alguns com mais de 10
anos, foram demitidos. O Robinson 44
pode ser comandado por pilotos mais
baratos.





FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM @CMTE_MICCHI



Marcelo Ribeiro Micchi,
comandante
Último voo de 2020, também último
pilotando o Globocop. Após mais de
dez anos, se encerra esse ciclo. Valeu,
meus amigos.



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REPRODUÇÃO/INSTAGRAM @CASAL.SPOTTER



Em nota ao Notícias da TV, a Globo disse
que 'não comenta a relação com
fornecedores' e que 'segue todos os
procedimentos de segurança'.

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contato@noticiasdatv.com

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Tenor

EDIÇÃO
Arthur Braga

TEXTO
Daniel Castro
Vinícius Andrade

FICHA TÉCNICA