ESTREIA

É mais fácil eliminar BBB do que cantor do The Voice, diz Tiago Leifert

Paulo Belote/TV Globo

Tiago Leifert estreia no BBB nesta segunda (23); ele buscou orientação com pedro Bial - Paulo Belote/TV Globo

Tiago Leifert estreia no BBB nesta segunda (23); ele buscou orientação com pedro Bial

FERNANDA LOPES, no Rio de Janeiro - Publicado em 23/01/2017, às 05h26

A eliminação de um participante, com ou sem discurso, não é a maior preocupação de Tiago Leifert, 36 anos, que estreia hoje (23) no comando de Big Brother Brasil. Ele acha que será menos emotivo do que demonstrou nas edições de The Voice. Leifert diz que é mais fácil eliminar alguém do BBB porque sabe que a pessoa se dará bem fora da casa, fará participações especiais, ganhará seguidores na web. Já no The Voice, a "destruição" de um sonho é mais impactante.

"A pessoa está ali do meu lado, chorei várias vezes [nas eliminações do The Voice]", disse em entrevista a jornalistas na casa do BBB, na última quinta (19). Agora, ele crê que terá mais facilidade para lidar com as lágrimas e conseguirá ter uma postura mais contundente com os participantes.

"Acho que terei um certo distanciamento, vou tentar me controlar. É mais fácil dar a notícia da eliminação [no BBB]", acredita.

O controle de Tiago Leifert será levado ao pé da letra nesta edição: ele terá uma sala de comando em que poderá chamar qualquer tipo de atividade relacionada ao confinamento _como tocar o Big Fone, iniciar uma votação, escolher a câmera que quer ver ou passar para uma "espiadinha".

Isso tudo só será visto pelos telespectadores, mas os participantes também terão uma visão completa do apresentador: ele aparecerá de corpo inteiro em uma tela de LED que substitui a televisão da casa. Assim como Maria Julia Coutinho aparece conversando de igual para igual com William Bonner no estúdio do Jornal Nacional, Leifert falará com os brothers como se estivesse dentro da casa.

Ele pretende, de fato, estar totalmente online e conectado ao que acontece no BBB 17 durante toda a duração do programa, que ficará no ar até abril. Foi orientado por Pedro Bial e está seguro quanto à direção do programa, mas sabe que não consegue prever como o jogo se desenrolará.

"Não dá para estudar um programa como esse. É tudo muito orgânico. É um elenco bem imprevisível, não tenho ideia do que vai acontecer", confessa.


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