ORGULHO E PAIXÃO

Ladrão de cena em novela das sete, Marcos Pitombo agora quer roubar corações

João Miguel Júnior/TV Globo

Marcos Pitombo com Anaju Dorigon, que faz seu par romântico em Orgulho e Paixão: ladrões de coração - João Miguel Júnior/TV Globo

Marcos Pitombo com Anaju Dorigon, que faz seu par romântico em Orgulho e Paixão: ladrões de coração

LUCIANO GUARALDO, no Rio de Janeiro - Publicado em 28/03/2018, às 06h13

Em Haja Coração (2016), o casal Felipe (Marcos Pitombo) e Shirlei (Sabrina Petraglia) caiu tanto no gosto do público que acabou ofuscando até quem deveria ser mais importante, como Aparício (Alexandre Borges) e Tancinha (Mariana Ximenes). Agora em Orgulho e Paixão, Pitombo diz que seu objetivo não é roubar a cena, mas o coração do público.

"O que eu pretendo com essa novela é fazer um trabalho bonito, que roube o coração do telespectador. Acho que estamos contando uma história de amor verdadeiro, de uma paixão arrebatadora. Em um mundo em que tudo é tão efêmero, descartável, nós mostramos na novela um romance que emociona o público", discursa.

O ator de 35 anos, inclusive, rejeita o rótulo de ladrão de cenas de Haja Coração e defende que Felipe e Shirlei seguiram coadjuvantes na novela.

"É curioso, porque para mim e para a Sabrina [Petraglia], não houve mudança nenhuma. Nós tínhamos o mesmo número de cenas, mantivemos o lugar que estava previsto na história desde o início. Então eu discordo de quem diz que nós roubamos a cena", desconversa.

Ele não nega, no entanto, que o casal "Shirlipe" fez barulho nas redes sociais. "As torcidas eram muito fervorosas, e era gostoso acompanhar aquilo. Acho que foi um trabalho de muita felicidade para mim, para a Sabrina e para todos os envolvidos."

Agora, o ator torce para que sua parceria com Anaju Dorigon repita o sucesso da anterior. Em Orgulho e Paixão, ele interpreta o playboy Rômulo Tibúrcio, que acumula conquistas amorosas na região do Vale do Café, mas muda de comportamento ao conhecer a doce Cecília (Anaju), com quem acabará se casando.

"Eu acredito que ele só ganhou a fama de mulherengo e conquistador porque ainda não tinha conhecido o amor da vida. Como a mãe foi assassinada, falta uma figura feminina forte para o Rômulo. E aí surge a Cecília, uma menina diferente de todas que ele já conheceu, apaixonada por livros, por mistério. Ele acaba embarcando nesse mundo dela e eles iniciam uma história muito interessante", adianta.

artur meninea/tv globo

Pitombo e Sabrina Petraglia em Haja Coração: sapatinho de Cinderela virou bota ortopédica

Princesas empoderadas
O ator teve a chance de interpretar um príncipe encantado moderno em Haja Coração, com direito a sapatinho de cristal perdido (no caso, uma bota ortopédica presa em um bueiro). Agora, apesar de estar em uma novela de época, alega que o conto de fadas tem um viés bem mais contemporâneo.

"Até nos desenhos mais recentes da Disney, você percebe que o príncipe já não é mais tão encantado assim. As princesas é que são empoderadas. E a novela mostra isso. Tem mulheres fortes, independentes, que desafiam os costumes da época. Elas não precisam mais do príncipe, só não querem um sapo também (risos)", brinca.

Pitombo jura que Rômulo não é sapo. Pelo menos no que se refere ao mistério do assassinato da mãe, Josephine (Christine Fernandes).

"Acho pouco provável que ele tenha a matado, porque tinha uma relação muito bonita com ela. O Rômulo sofre muito com essa perda, cresceu solitário na mansão do pai [Oscar Magrini]. É uma história de suspense, cheia de mistérios. Mas ele não é assassino... Eu acho", prevê.

 

 

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